Segurança alimentar: guia para armazenar cada tipo de comida

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Woman taking plastic bag with frozen tomatoes from - Créditos: istock/Liudmila Chernetskarefrigerator, closeup

Conheça truques essenciais para aumentar a durabilidade de seus alimentos e reduzir o desperdício

Segundo informações divulgadas pela ONU, em um ranking global, o Brasil está entre os 10 países que mais desperdiçam comida no mundo. Um dos contextos que contribui para esse cenário é o desperdício que ocorre no âmbito doméstico, em que diversos alimentos chegam do supermercado e vão direto para o lixo.

O período do verão, em que as temperaturas geralmente são mais elevadas,  acentua ainda mais o processo de descarte de alimentos, uma vez que há uma aceleração na atuação de bactérias e, consequentemente, na putrefação de mantiment

os alimentares. Desse modo, armazenar os alimentos de forma correta é uma das principais alternativas para retardar o apodrecimento dos itens e diminuir o desperdício.

Pensando em alcançar um cenário de maior segurança alimentar, listamos algumas dicas importantes.

  • Perecíveis e não perecíveis: onde guardar cada grupo?
  • Legumes e verduras

Legumes e verduras são alimentos perecíveis, isto é, que precisam ser consumidos em um período relativamente curto antes de estragarem. Folhas como alface, couve e rúcula, por exemplo, devem ser devidamente higienizadas e guardadas em recipientes adequados, de preferência junto de papel-toalha, que atua reduzindo sua umidade.

Já legumes que não retêm tanta água, como abóbora, cenoura e brócolis, podem ser refrigerados na gaveta interior da geladeira, desde que verificados constantemente sobre sua durabilidade. Além disso, a depender do modo como são preparados, podem ser congelados por longos períodos sem que mudem a textura e o sabor.

O armazenamento de alimentos não perecíveis, enquanto isso, pode ser feito de maneira mais tranquila, mas ainda assim precisa ser realizado com atenção. Pacotes de arroz, feijão e açúcar, por exemplo, podem ser guardados no  armário de cozinha ou na despensa, desde que sejam protegidos da exposição direta à luz do sol e da umidade, que, além de contribuir para a putrefação, atrai insetos que comprometem a segurança alimentar.

  • Temperos e frutas: dicas para preservar o frescor por mais tempo

Os temperos são a alma e o sabor de qualquer receita. Com eles, preparamos nossos pratos preferidos e expressamos nossa cultura. Por isso, é importante conservá-los da maneira correta para que fiquem ainda mais saborosos. Temperos secos, por exemplo, podem ser armazenados em recipientes de vidro, mas não precisam ficar na geladeira.

Temperos frescos, enquanto isso, precisam ser refrigerados, especialmente os que têm composição de ingredientes como hortelã e cheiro-verde. Assim, serão preservados por mais tempo.

As frutas também são alimentos que reúnem dúvidas sobre a forma que devem ser armazenadas. Abacate, mamão e manga são exemplos de frutas que amadurecem mais rápido fora da geladeira, mas depois disso podem ser refrigeradas para aumentar sua durabilidade. Já frutas como laranja, limão e maçã geralmente são preservadas por longos períodos sem refrigeração.

Essas são algumas dicas simples de organização e armazenamento que podem ser úteis para ter um maior aproveitamento dos alimentos e evitar o desperdício. Mas uma dica extra que pode ser interessante é fazer receitas que utilizam partes dos alimentos que frequentemente vão para o descarte, como casca de laranja, que pode ser saborosa em bolos, geleias e vários quitutes.

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