Além do Pix: os movimentos que estão redesenhando os pagamentos em 2026

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A expansão de infraestruturas de pagamentos instantâneos, a adoção de APIs abertas e serviços financeiros integrados impulsionam mudanças no setor 

Até há pouco, o debate sobre inovação em pagamentos esteve concentrado em conceitos como Pix, pagamentos instantâneos e embedded finance. Mas essas ferramentas já se consolidaram como a infraestrutura primordial sobre a qual se constroem camadas mais complexas.

Em 2026, o setor de pagamentos vive um momento de transformação acelerada, no qual as tendências não se limitam a esses instrumentos específicos, mas envolvem a capacidade de integrar, automatizar e orquestrar os fluxos financeiros em tempo real. 

De acordo com o World Payments Report 2026, o volume de transações digitais aumentou mais de 10 vezes em menos de 20 anos, um crescimento que pressiona empresas a repensarem como processam, monitoram, conciliam e controlam operações cada vez mais complexas. 

O mesmo relatório identifica que, globalmente, os provedores mais ágeis — incluindo PayTechs e plataformas integradas — estão utilizando serviços de pagamento omnichannel com maior escalabilidade, integração e valor agregado. Assim, contrastam com instituições tradicionais que ainda lutam para adaptar suas “pilhas tecnológicas” e ganhar agilidade sem perder controle operacional.

Para Ticiana Amorim, CEO e fundadora da Aarin, as empresas não competem mais apenas por preço ou velocidade. “Elas competem pela capacidade de entregar experiências financeiras integradas, eficientes e personalizadas, capazes de responder a demandas complexas de consumidores e operações corporativas. Isso envolve investimento em soluções de automação, integração via APIs, orquestração de pagamentos multilinha e modelos de liquidação mais inteligentes, que são exatamente o que o mercado exige para 2026 e além”, afirma.

Para organizações que já estão se adaptando a essa nova realidade, o avanço tecnológico se traduz em decisões práticas, como:

  • Orquestração avançada de pagamentos e liquidações, que escolhe rotas inteligentes com base em custo, velocidade e regras de negócio;
  • Integração de APIs financeiras com sistemas internos, como ERP e serviços de conciliação, reduzindo processos manuais e falhas;
  • Automação de conciliação e visibilidade de caixa em tempo real, permitindo maior controle de tesouraria e planejamento financeiro;
  • Soluções de pagamentos omnichannel, que conectam web, mobile e serviços B2B em um fluxo contínuo e automatizado.

“À medida que 2026 se desenrola, esses movimentos vão moldando como empresas planejam crescimento, acessam capital e estruturam operações de liquidação global, reforçando que a evolução do setor exige soluções que vão além da simples transferência de valores”, finaliza a CEO.

Sobre a Aarin

A Aarin é o primeiro hub tech-fin especializado em Pix e Embedded Finance no Brasil. Atualmente faz parte do grupo Bradesco e fornece serviços com enfoque financeiro incluso na experiência do usuário, possibilitando que qualquer empresa possa prestar serviços financeiros para sua base de clientes. Através do Smart Core, os negócios podem ofertar seus próprios serviços financeiros sem que precisem ser um banco. Nascida em Salvador (BA), a Aarin passou por M & A multimilionário com o grupo Bradesco em agosto de 2022.

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